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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Análise: Castlevania Lords of Shadow: Mirror of Fate (3DS)



Eae, galera, tudo bem? Aqui é o Gugu com mais uma análise para vocês.Hoje analisarei o jogo Castlevania Lords of Shadow: Mirror of Fate.

-Gráficos:

            Inicialmente, Castlevania Lords of Shadow: Mirror of Fate era desenvolvido para os consoles de mesa, mas acabou sendo lançado para o 3DS.Isso fez com que os desenvolvedores não economizassem nas texturas e detalhes, só adaptando-os para o que o 3ds aquentava.
            Dessa forma, os gráficos ficaram incríveis, cheios de texturas polidas e modelos bem trabalhados.Além disso, a movimentação deles é fluida e natural.O efeito 3d é muito bom, um dos melhores do console.
            O único ponto negativo é o excesso de serrilhados em algumas partes, que irritam bastante.


Nota: 9

-História:

            O enredo do jogo é impecável e é uma das melhores virtudes do game.Ele é sequência direta ao Lords of Shadow e serve de prólogo ao próximo capitulo da saga que será lançada ainda este ano.
            São jogados quatro atos, cada um com personagens diferentes, em épocas diferentes e em locais diferentes.Ao decorrer desses eventos, que não são em ordem cronológica, tudo vai se encaixando e criando uma história complexa e sólida.
            A base de tudo é fundamentada na jornada da família Belmont − a qual busca vingança contra Gabriel, já em sua forma maligna.
            As cutscenes usam um motor gráfico de estilo cartunesco, muito bonito e adequado a temática da obra.O jogo é todo legendado em português brasileiro, o que facilita o entendimento.
            Ele só peca por ser meio curto.


 
Nota: 9,5

Jogabilidade:

            A jogabilidade mescla elementos dos jogos clássicos da franquia, cheios de exploração, com os do novo segmento da série, que tem como foco o combate brutal.
            Você explora o castelo onde se passa o jogo, passando por partes de parkour e etc, enquanto aprende novas habilidades e consegue novas armas que lhe habilitem o acesso a partes ainda não visitadas do cenário.Além disso, ainda existem elementos de RPG.
            Esse sistema de exploração funciona de forma muito boa, mas é mais secundário.O foco está no etilo de gameplay encontrado nos títulos tridimensionais da franquia, só que em um jogo em progressão 2D.Por incrível que pareça, tudo continua funcionando muito bem.Os controles são precisos e eficientes.
            Como já disse antes, são controlados diferentes personagens.Cada um tem habilidades únicas e estilos de batalhas diferentes, o q não deixa o jogo repetitivo.
            O único problema do game é a exploração meio fraca, o que é decepcionante, levando em conta que os jogos feitos para DS eram impecáveis nesse aspecto.


Nota: 8,5

Nota Final: 9

sábado, 27 de julho de 2013

Análise: Starcraft II: Heart of the Swarm


            Quando anunciado, a expansão de Starcraft criou uma expectativa enorme. Porém, será que ainda conseguem entregar um jogo de qualidade incomparável e que consegue dar a sensação de algo novo e inovador? Leia a analise e descubra.

-Gráficos:

            O visual está bem bonito e trabalhado. Detalhes mais caprichados e uma variedade de cores maior conseguiram atualizar os gráficos de Wings of Liberty, que eram bons na época. Porém, não se enganem.Tudo está muito belo, agradável, mas a evolução de um jogo para o outro foi pequena. Aqueles que procuram texturas excepcionais e outras coisas do tipo irão se decepcionar.

 http://cdn.pastemagazine.com/www/articles/starcraft_2_heart_of_swarm_1.jpg?1364829386

Nota: 8

-Enredo:

            A história do jogo está muito boa e emocionante. Dessa vez, o foco está nos Zergs.
Vemos a protagonista, Sarrah Kerrigan, sair se recuperando da influência Zerg e também sua retomada ao poder do império dos mesmos.Tudo é contado com muito drama e cenas épicas, além de umas situações meios bregas.
            O game está totalmente localizado para o português do Brasil, o que facilita o entendimento do enredo.

 http://www.blisteredthumbs.net/wp-content/uploads/2012/11/starcraft-2-wallpaper-sarah-kerrigan-sarah-kerrigan-heart-of-the-swarm.jpg

Nota: 9

-Jogabilidade:
           
            O jogo segue os padrões da série, o famoso sistema de estratégia em tempo real. Ele continua a executar tudo com perfeição, como de costume.
            As novidades são o uso da Rainha das Lâminas no campo de batalha e os elementos de RPG. Você pode controlá-la no meio das investidas Zergs usando ataques comuns e especiais, que lembram um pouco dos ótimos momentos de Warcraft III ou mesmo um jogo no estilo MOBA, como League of Legends.
            Há um sistema de progressão de habilidades que lembra um RPG.

 http://media.pcgamer.com/files/2012/09/Starcraft-2-Heart-of-the-Swarm-preview-2.jpg

Nota: 10



Nota Final: 9

terça-feira, 23 de julho de 2013

Análise: God of War: Ascension




                Eae, galera, tudo beleza? Aqui é o Gugu com uma análise do jogo God of War: Ascension para vocês.

-Gráficos
                A primeira vista, o visual deixa você de queixo caído. Cheio de texturas incrivelmente detalhadas, cenários colossais e efeitos de luz fora de série; o game exibe alguns dos gráficos mais bonitos vistos no console.
                Infelizmente, ele apresenta problemas de renderização que deixam as imagens desfocadas em curtos momentos. Não atrapalham a experiência gráfica, mas podem irritar os mais detalhistas.

           

Nota: 9,5

-Jogabilidade:

                O estilo de jogo continua o clássico da série, mas com novidades, algumas boas e outras ruins.
                Os combates continuam brutais e dinâmicos como sempre.Agora, há a possibilidade de agarrar os inimigos com as correntes Kratos e jogá-los em outros adversários, ou ainda ficar arrastando-os por pura maldade.
                Sobre o arsenal do nosso querido espartano, agora existe a possibilidade de pegar armas do chão e utilizá-las temporariamente. São espadas, marretas e etc.Isso é bem interessante, mas tem um problema: substituem os equipamentos fixos do nossos guerreiro, deixando a penas com suas lâminas.O interessante é poder alternar entre os elementos usados na sua arma principal, como poder de fogo e eletricidade.
Ainda existem ataques especiais muito bons e os puzzles mais complicados.

 http://proximonivel.pt/wp-content/uploads/2013/04/god-of-war-ascension-ana-pn_00005.jpg

Nota: 8,5

História:

                A história é boa, porém meio fraca comparada ao nível épico da série. Ascension explorara um lado mais fraco e humano de Kratos, antes dele se tornar o temido deus da guerra.Conseguem fazer isso bem, mas não é nada muito emocionante.
Tirando isso, ela conto sobre o passado herói, sobre sua traição a ares e sua batalha contra as fúrias.É interessante, mas bastante confuso e meio desinteressante.Em alguns momentos, o jogador poderá deixar de se importar com o que é contado, infelizmente.

 http://images.wikia.com/godofwar/es/images/e/ed/Las_furias.jpg
 
Nota: 7,5


Nota Final: 8,5

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Análise: Gears of War: Judgment


            Beleza, galera? Gugu na área com mais uma análise para vocês.Hoje falaremos do jogo Gears of War: Judgment.

-Enredo:

            A história da campanha funciona como uma prólogo para o 1° capitulo da série. Judgment deixa Marcus e Dom de lado para mostrar uma aventura do passado de Baird e Cole, quando ainda eram membros da equipe Kilo, pouco tempo após a invasão dos monstruosos Locust começar.
Os membros desse esquadrão desobedeceram a ordens de seus comandantes e acabaram sendo condenados ao julgamento.Nele, eles contam o que aconteceu, e através de flashbacks, os quais colocam o jogador na ação.
 A história é boa e bem contada, mas não emociona e não é tão dramática quanto as dos outros jogos, mostrando que o game regrediu nesse aspecto.
Ainda há uma campanha extra, chamada Aftermath.Ele se passa durante Gears 3, complementando a história do mesmo.Ela volta com a narrativa dramática que não esteve presente no enredo principal.Peca por ser curta.

 http://www.nerdcetera.com.br/site/images/games/gears%20titulo.jpg

Nota: 8

-Gráficos:

            Os gráficos são os mesmo de Gears 3, só que sem os problemas na renderização e uma variedade maior de cores. O game traz paisagens cheias de cores, com efeitos de luz, vento e fumaça sensacionais.
            O detalhamento dos cenários e a ambientação estão fantásticos, impressionam bem o jogador.O único problema é que a chuva ficou menos realista.

http://www.nerdcetera.com.br/site/images/games/GEars.jpg

Nota: 9



-Jogabilidade:

            Houve uma mudança na jogabilidade nesse jogo.O sistema de combate, movimentação e tiro continuam os mesmo.A grande diferença é que não se tem o ritmo cinematográfico da trilogia original, mas sim uma pegada arcade.Você acumula pontos nas missões, além de placares com execuções, tios na cabeça etc.
            Tudo funciona muito bem, mas o problema é que tudo ficou mais previsível.As fazes seguem um padrão, sem o famoso elemento surpresa característico da série.
            O multiplayer continua bom e tem um novo modo chamado Overrun. Trata-se de um jogo de ataque e defesa, em que os jogadores se revezam no controle dos COG e Locust.Ainda existe uma adição de um sistema de classes nele, o que é muito bom.

http://thevoid.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Gears-of-War-Judgment.jpg

Nota: 8,5


Nota final: 8,5

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Análise: Luigi's Mansion: Dark Moon


Eae, galera, tudo bem? Aqui é o Gugu com mais uma análise para vocês.Hoje falaremos do jogo Luigi's Mansion: Dark Moon.

-Gráficos:

            Cada vez mais o 3DS consegue surpreender os gamers com visuais incrivelmente belos. Luigi's Mansion: Dark Moon conta com gráficos coloridos e bem modelados, efeitos de luz e transparência surpreendentes e animações incríveis.As texturas estão muitas boas, levando em conta o estilo cartunesco do game.
            Tudo está tão bonito que chega a competir com alguns dos melhores gráficos do wii.Só os serrilhados que atrapalham.

 

Nota: 8,5

-Jogabilidade:

            A jogabilidade é muito boa.Equipado de seu Poltergust 5000, comunicador e lanterna, Luigi explora diversas mansões a procura de fantasmas para capturar.Para realizar tal tarefa, é necessário jogar um raio de luz em seus olhos para que eles sejam enfraquecidos para começar a aspirá-los.
No começo, tudo é bem fácil, porém tudo se torna cada vez mais complicado com o desenrolar da aventura, que apresenta inimigos cada vez mais fortes e inteligentes.Contra os chefes, é necessário resolver pequenos quebra-cabeças para derrota-los, ao melhor estilo The Legend of Zelda.
            A dificuldade e é bem equilibrada, o que é ótimo.
            Os cenários, mesmo sendo lineares, são bem exploráveis e intuitivos: quase tudo pode se bagunçado pelo seu aspirador de pó!Muitos objetos desses lugares são usados para resolver os puzzles inteligentes do game.
            O real problema de tudo isso é a falta do segundo analógico no console.Atividades como mover a câmera ou mirar verticalmente a sua arma se tornam um verdadeiro desafio sem o uso desse mecanismo.Você não chegará a se sentir prejudicado por essa falta, mas irá se atrapalhar em alguns momentos.
             Ainda somos presenteados como um modo multiplayer.


Nota: 8,5

-Diversão:

            O jogo é extremamente divertido.O usuário se encantará com momentos únicos da aventura como as cenas cômicas de Luigi, trapalhadas feitas pelos fantasmas e diálogos divertidos.No aspecto diversão, o jogo não desapontará em nenhum momento.


Nota: 10

Nota Final: 9

domingo, 12 de maio de 2013

Análise: Dead Space 3

            Fala galera, aqui é o gugu trazendo uma breve análise para vocês.Dessa vez vamos falar sobre Dead Space 3.

-Enredo:

            Essa nova aventura dá continuidade a jornada do engenheiro Isaac Clarke, que busca uma solução definitiva para Necromorphs.Para realizar tal tarefa, ele viaja para Tau Volantis, uma lua gelada e distante, onde segredos antigos sobre essas criaturas são guardados.Sua viagem em busca de resposta continua em vários outros cenários.
            Resumidamente e sem spoiler, a história é isso.Claro que ela é muito mais complexa e profunda do que isso.Uma relação entre o protagonista e outro personagem que faz parte da trama é muita bem explorada.A química entre os dois é muito boa e isso acrescenta muito na profundidade do enredo.
 
      

Nota: 8

-Gráficos:

            O visual desse novo capítulo da segue a linha de qualidade de seus antecessores, está impecável.Tudo está muito caprichado.Texturas detalhadas, ambientação quase perfeita e definição boa.Os gráficos são de encher os olhos.

    

Nota: 8,6

-Jogabilidade:

            A mecânicas clássicas da série foram mantidas, mas várias novidades muitas boas foram acrescentadas.
            Existe um sistema de criação de itens que é muito útil.Vamos lembrar que o personagem principal é um engenheiro, então a atividade de construir é mais que aceitável.Com peças encontradas ao longo do jogo, o jogador pode melhorar suas atuais armas ou criar outras.Isso é muito dinâmico e viciante.
            Agora temos um modo cooperativo inédito.Ao ativar essa campanha opcional, todas as mecânicas do jogo são adaptadas com perfeição para dois jogadores: os puzzles permitem que ambos os jogadores participem de suas resoluções e os itens deixados pelos inimigos são diferentes para cada um. Infelizmente, a modalidade só está disponível online, sem opção de jogo em tela dividida.
            Uma mudança radical foi que o jogo está mais voltado para a ação do que par ao terror.Isso desagradou muita gente (inclusive ao vosso escritor), mas não é um motivo para analisar um jogo.

               

Nota: 8,3


Nota Final: 8,3

terça-feira, 30 de abril de 2013

Análise: Metal Gear Rising: Revengeance


            Fala galera, aqui é o gugu com mais uma análise para vocês!Dessa vez vou analisar um jogo bem maneiro, Metal Gear Rising: Revengeance.

-História

            O enredo começa na em um pequeno país na África que está vivendo um período de paz em seu território depois de anos e anos de conflito.Tudo isso só foi possível graças à excelente administração do primeiro ministro do país e a ajuda de um grupo de mercenários, do qual Raiden, o protagonista, faz parte.
Tudo ia bem até que o carro do 1° ministro é atacada por um ciborque que usa uma espada afiadíssima, capaz de estraçalhar seus adversários.Esse maluco beleza se chama Samuel Rodriguez, um assassino de um grupo terrorista chamado Desperado, que busca obter lucros por meio de guerras.

                                    
O vilão do jogo

                Raiden tenta parar o ataque, mas é derrotada e acaba seriamente ferido, perdendo um braço e um de seus olhos. Seus parceiros resgatam-no e modificam seu corpo, incluindo partes robóticas, para que ele virasse o robocop  sobreviva.Vendo que está muito mais forte com essa transformação, nosso heroí parte em busca de justiça e vingança, com o objetivo de destruir o grupo terrorista.
                               
                       
                                                            Novo visu dele kk

            As clássicas cutscenes e diálogos detalhados também estão presentes, como sempre.

Nota: 8

-Jogabilidade

            Diferentemente dos jogos da franquia principal, o spin-off foge do estilo stealth e parte para uma jogabilidade voltada para combates brutais.O estilo de luta lembra muito Bayonetta, cheio de combos lindos, violentos e rápidos.O sistema de defesa é bem limitado, consistindo em apertar um botão de comando (quadrado no caso do ps3) e direcionar o analógico esquerdo para a direção na qual você está sendo atacado.Vários combos e finalizações brutais estão presentes também.

                         
                                                                   Brutal *_*

            Uma funcionalidade bem interessante do jogo é o chamado Blade Mode, ativado após uma seqüência bem sucedida de golpes.Ele deixa o jogo em câmera lenta, permitindo que o jogador decida aonde vai cortar seus inimigos.É simplesmente fantástico fatiar seu inimigo no lugar desejado.
            Infelizmente existem alguns problemas, mais especificamente 2: a câmera ruim do jogo e a quebra do ritmo da ação por causa das armas secundárias.Vamos começar pela câmera.Bem, ela funciona direitinho na maioria das vezes, mas em alguns momentos não consegue acompanhar o ritmo da ação, fazendo com que o jogador não possa localizar alguns adversários e nem ver quem está atacando-te.Isso atrapalha bastante, gaarantindo algumas mortes para que estiver jogando.
            O outro problema chato é o uso de armas secundárias.Elas são legais e dão variedade ao combate, mas quebram totalmente o ritmo do jogo.Para usar um desses itens é necessário interromper a luta, permitindo com que inimigos ataquem o jogador e fazendo com que a ação frenética seja quebrada.Isso deixa o jogo mais lento, prejudicando a experiência do jogador.

                              

Nota: 8,5

-Gráficos

            Os gráficos do jogo são bons ,bonitos e cheio de animações vibrantes, mas não são nada demais.Não se engane, eles são bons ,mas não são nada impressionante que nem Halo 4 por exemplo.Alguns pequenos serrilhados, quase invisíveis, existem, mas não são relevantes.

                               

Nota: 7,5

Nota final: 8,0

terça-feira, 23 de abril de 2013

Análise: Injustice: Gods Among Us

 
            Quando foi anunciado, Injustice: Gods Among Us foi um divisor de águas.Muita gente achou que séria um jogo de luto genérico, basicamente um Mortal Kombat com personagens da DC, enquanto outros acreditavam que seria uma obra prima.Eu, o gugu, levei fé no jogo e devo dizer que acertei em cheio.


-História (se quiser evitar spoiler, pule essa parte!)

Quando se pensa em jogo de luta, o enredo é a ultima coisa que se vem à cabeça.A maioria dos games do gênero tem apenas um conceito, um motivo para cada personagem entrar no torneio ou desafiar alguém.Com Injustice, a situação muda.O desenrolar da trama é excelente, caprichado e envolvente.
Em um futuro próximo, Superman vira um ditador do planeta Terra e, junto com outros heróis que seguem sua linha de pensamento ou foram hipnotizados para obedecê-lo, usa a força para governar o mundo.Em contra partida a esse governo autoritário, Batman e Lex Luthor formam uma resistência, junto de um grupo de outros heróis.
No presente, alguns personagens famosos da DC são transportados para esse futuro caótico após um acidente nuclear.Nesse tempo remoto, eles são obrigados a lutar pela sobrevivência, enfrentando suas próprias versões futuras e pessoas que acreditavam ser seus aliados para descobrir o que está acontecendo.
A duração é de 6 há 8 horas em média e vai agradar a qualquer um que queria se aventurara por ela.Combates épicos, nunca antes imagináveis ocorreram, para a nossa alegria (modo piada tosca: on).

Nota: 9

 http://www.freewords.com.br/wp-content/gallery/box-de-dvd-e-jogo-injustice-gods-among-us/injustice-gods-among-us-14.jpg



-Jogabilidade/Combate

A jogabilidade do jogo é muito boa, seguindo o estilo do último Mortal Kombat, mas com as suas próprias características.Usam-se 3 botões para distribuir golpes, enquanto o 4° é usado para um movimento especial de cada personagem, Batman, por exemplo, chama alguns morcegos para auxiliarem no combate e Superman fica mais forte por alguns segundos.A movimentação pode parecer um pouco travada, mas durante os combos, que são muito variados, ela é bem fluida.
Existe uma barra de energia para cada jogador que, quando completa, pode ser usada para um ataque especial ou impacto, momentos em que ambos lutadores dão um passo para trás e se jogam para cima do outro, gerando uma colisão.Um fato que destaca muito o jogo em relação aos seus concorrentes é a grande interação com o cenário.Durante a batalha, objetos podem ser arremessados e armadilhas podem ser acionadas.A mudança de andares ou lugares após um golpe forte é frequente, deixando a batalha sempre variada.
            A variedade de modos de jogo é bem grande, existe a campanha, o modo árcade, modo de desafios, multiplayer e etc. No total, existem 24 personagens, bem variados, com estilos de luta diferentes.Porém, há um grande problema: alguns personagens são muito desbalanceados, o que prejudica muito a organização de campeonatos e etc.

Nota: 9

 

-Gráficos

            Durante a gameplay, os gráficos são bem bonitos e detalhados, tanto para os personagens quanto para os cenários, pecando só um pouco nas texturas, que são um pouco mal trabalhadas.Porém, durante as cutscenes, a qualidade cai muito, fazendo com que eles fiquem feios e com texturas fracas.Isso é bem estranho, às vezes parece que estamos jogando um jogo diferente.Felizmente, esse defeito não tira a grandiosidade do jogo.

Nota 7



-Dublagem

            Vamos para um tópico um pouco deferente na analise de jogo, mas que se destaca muito nesse jogo.A dublagem em português é fantástica!A produtora teve trabalho de procurar os dubladores dos desenhos dos Jovens Titans e da Liga da justiça para botar no game, o que ficou sensacional.Ela é praticamente perfeita, tendo a penas duas falhas: um momento em que Batman fala com a voz do Arqueiro Verde e as vozes menores, de fundo, que continuam em inglês.

Nota: 9

Nota Final: 8,5 (muito bom)

Ficamos por aqui e não esqueçam de deixar um "curtir" na nossa página do facebook: www.facebook.com/gamersvidrados

Até a próxima!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Análise: Tomb Raider ( 2013 )

Eae galera, beleza? Aqui é o esquilo trazendo uma postagem muito legal! Trago uma análise do último jogo da Lara Croft: Tomb Rader!!!


ANÁLISE: TOMB RAIDER

Multiplayer
O modo multiplayer de Tomb Raider me frustrou bastante, chegando a ser pior do que o de Assassin's Creed 3. Em primeiro lugar achei a parte de desbloquear equipamento e evoluir muito complexa, forçando o jogador a passar certo tempo pensando em como funciona o esquema. Se você não entende inglês então, você tá ferrado. Além disso, os modos multiplayer não tem nada a ver com a mecânica da campanha, podendo facilmente pertencer à outro jogo. 
Em contrapartida devo dizer que pelo menos não vi nenhum bug , lag ou falha na conexão durante a jogatina online.

Nota: 6,0.


Jogabilidade ( modo campanha )
A jogabilidade de Tomb Raider me surpreendeu muito devido à sua qualidade. Tudo está perfeito na jogabilidade do game. Cenas que normalmente são cinemáticas em outros jogos e que nos deixam com vontade de jogar, são jogáveis em Tomb Raider.
 A jogabilidade está bem diferente da série e agora a Lara realmente parece uma mulher, ao contrário dos outros jogos onde ela parecia o Kratos. Isso acontece porque agora a Lara sente dor, sangra, não consegue pular de uma altura do ca**lho, entre outras coisas.
A evolução da personagem ao longo do jogo também está muito boa, a Lara vai se acostumando a viver na floresta e aprendendo métodos que a tornam uma sobrevivente nata. Tudo isso no tempo certo.
Outro ponto positivo que vale a pena destacar é o combate. Esse sempre foi um ponto fraco dos Tomb Raider, mas neste jogo está excelente.
Nota: 10,00.


Gráficos
Eu não costumo gostar de analisar os gráficos, pois na minha opinião eles não são tão importantes, mas como muitas pessoas ligam para isso e como houve uma grande evolução dos gráficos do penúltimo Tomb Raider para o último, acho que vale a pena falar.
Bem, no geral eu gostei bastante dos gráficos do Tomb Raider, porém em algumas poucas vezes notei certa falta de polimento nos gráficos do jogo. Claro que isso não interfere nem um pouco na jogatina, mas como devo analisar os gráficos acho importante falar de todos os detalhes.
Nota: 9,9.

Nota Final do jogo: 8,6 ( Ótimo! )

Então é isso galera, foi mal pela falta de posts minhas e não se esqueçam de se inscrever no canal do MiraboaQuest e de visitar meus outros blogs: Criptomania e Humor Creepy !

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Análise - Super Mario 3D Land!!!

Beleza galera, aqui é o esquilo e finalmente trago análise do jogo que por muitos é eleito o melhor do 3DS. Super Mario 3D Land!

-Diversão:
É o que mais importa nos games e o que não falta nesse jogo. Super Mario 3D Land é extremamente divertido para pessoas de todas as idades e sexos. Não importa se é menino, mulher, senhor ou adolescente, a diversão proporcionada pelo jogo é enorme. Além disso, o jogo é muito viciante e as músicas só ajudam nisso. Super Mario sempre teve um clima alegre e sempre terá. Você pode estar em depressão que só por jogar este jogo vai se sentir melhor.
Uma coisa boa é que o jogo marca o tempo que você leva para completar as fases e diz o tempo dos outros files do 3DS então dá para bater o recorde de seus amigos, tornando seu tempo o melhor do jogo.
Nota: 10.

 

-Em 3D:
Apesar de não ser algo muito importante, acho que vale a pena analisar este quesito quando se trata de um jogo de 3DS.
Bem, o jogo supera o New Super Mario Bros 2 no 3D, mas não tem um 3D realmente bom. Em certas partes, alguns elementos do cenário têm um 3D bem realista, como os pingos de lava no último castelo do modo normal.
Em fases em que a câmera vê o jogo por cima o 3D é ótimo, mas só tem 2 fases assim no jogo. Bem, se você gosta de 3D bom e compra jogos apenas por isso, não ponha Super Mario 3D Land na sua lista de compras.
Mas, apesar de não realista, o 3D é usado frequentemente no jogo. Não para dar sensação de realidade, mas sim para resolver enigmas. Tem partes que você não vê certas coisas sem 3D, mas com ele ligado vê. Achei isso bem interessante.

 
 
Nota: 8,5.

-Objetivo:
Quando jogamos Mario sempre procuramos alcançar nosso objetivo a todo custo, e mesmo morrendo 20 vezes numa mesma fase, não desistimos. O objetivo não tem muito sentido: uma tartaruga super-desenvolvida capturou a princesa sem nenhum motivo para fazer isso além de deixar ela em uma cela e um encanador italiano bigodudo que é um dos únicos do reino que não é cogumelo deve salvar a princesa.
Mas mesmo assim, não desistimos, é viciante, dá para ficar 25 horas por dia jogando.

-Nota: 10.

 


Nota Final: 9,2

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Análise: Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D




            Fala aí galera, aqui é o gugu e estou trazendo uma breve analise de um jogo de 3ds, dessa vez do remake do grande Ocarina of Time.

Gráficos:

            Quando lançado, a versão original de Ocarina of Time tinha gráficos incríveis para a época.O seu remake não decepcionou e trouxe gráficos incrivelmente lindos! Tudo está muito bonito e as texturas estão ótimas e bem polidas.Você a todo o momento vai se impressionar com esse belo visual, que mostrou mais uma vez que o 3ds consegue fazer bons gráficos, sem perder é claro o estilo gráfico do jogo original.



Nota: 10

Jogabilidade

            A jogabilidade do jogo também é muito boa.Os controles estão muito práticos, mesmo com as limitações na quantidade de botões do console, e o uso da touch screnn para os menus e mapas ficou perfeito.O único ponto que faltou foi a adição de anotações nos mapas, como era feito nos zeldas de ds.Infelizmente, o jogo conta com alguns bugs, então não se surpreenda se você afundar do nada no chão enquanto estiver andando a cavalo.O acréscimo do giroscópio para mirar e mover a câmera ficou bom, mas pouco prático em alguns momentos do jogo.

 Screenshot da versão japonesa do jogo mostra o ícone do controle por movimento

Nota: 8

Enredo:

            O enredo do jogo continua épico e muito bem contado.As reviravoltas e surpresas do jogo continuam boas na telinha no 3ds.Mesmo tendo jogado a versão a original do jogo, você ainda irá se emocionar com a maravilhosa história que o jogo tem.

 

Nota: 10


Nota Final: 9,3 (muito bom)